CicBenSil
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A PONTE DA MORTE.
A tão incompreendida, temida e desconhecida morte.

Nascemos e prontamente nos colocamos em transporte, nos destinamos ao norte à morte.
Não me surpreende que linguisticamente morte, transporte e norte tenham o mesmo sufixo (orte).
Penso que metafisicamente, há também uma interconexão entre as palavras acima mencionadas, pois transporte, norte e morte se relacionam diretamente, pois a morte é um fenômeno de transporte, uma viagem para além do porte físico. E o norte é o destino fatal para onde o nascimento direciona a bússola da vida, viver é o percurso da vida que é o veículo conduzido pelo espírito com prudência ou negligencia, progressão ou interrupções.

Assim o fenômeno morte é tão fascinante quanto o fenômeno do nascimento, pois ambos geram encontros, reencontros e despedidas fomenta lágrimas e sorrisos e segue sua trilha para além ou recomeça outra jornada. Pois quem é que sabe onde o ser preexiste ou quando pós-existente? Não sei, apenas estou convicto de que se fui concebido por amor para a eternidade sou então imortalidade.

Morrer é o mesmo que transcorrer o visual, o sonoro, o tangível do material sensorial para se inserir no luminoso, no vibratório no magnético no espiritual metasensorial e o processo inverso é o nascimento neurobiológico.

Morri ao nascer, quando me esqueci de todas as outras vidas, morro ao adormecer para recordar das outras vidas que se integrarão na vida essencial.

Assassinato é expulsão arbitrária, suicídio é fuga imaginária, existência inconsciente é vida estacionária e vida consciente é evolução voluntária...

Então saibam que a única morte possível com conotação de aniquilação, desintegração ou de extinção é a morte do ego, pois que o ego é uma personalidade transitória e fictícia, Nietzsche tentou matar Deus, o Deus egóico,que ainda vive sustentado por judeus, católicos, mulçumanos, protestantes, hindu, budista, ortodoxos por quem seja que projeta seu ego possessivo e atribui sua egolatria exclusivista a um Deus único, unívoco e universal o Deus de todos um Deus total.  

Por isso Cícero Silva está morto, saúdem CicBenSil, pois uma nova consciência mais profunda e abrangente, uma nova personalidade mais serena, resignada e compreensiva merece um novo código linguístico, pois que o registro luminífero, vibratório e magnético é a genuína assinatura do espírito. Assim como na matéria minha digital é única, bem como minha caligrafia e timbre de voz são inigualáveis; sou indivisível, embora expansivo e conectivo com tudo e todos que sintonize.

Está processado em mim o fenômeno MMMM(4M), o mesmo maior melhor com mais.

CicBenSil
Enviado por CicBenSil em 31/05/2012
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